Pará Brazil
Simão Robson Oliveira Jatene
Diretor da SEMAS

O estado do Pará é o segundo maior estado brasileiro em extensão territorial.Possui a mesma extensão territorial que Portugal, Espanha, Itália, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Dinamarca juntos.É também o segundo maior estado da Amazônia Legal na área florestal remanescente, com quase 900,000 km² de florestas e uma enorme biodiversidade.

O Pará é o estado que talvez sintetize melhor a Amazônia não complexo mosaico de atividades que existem em toda uma Região: extrativismo vegetal, talha, monocultura em larga escala, pecuária, mineração, abertura rodoviária, hidrelétricas.Apesar da evolução das atividades econômicas e da infra-estrutura nas áreas florestais, o Pará vem reduzindo progressivamente suas taxas de desmatamento desde 2009.

Parte do sucesso desta redução é devido a políticas públicas lançadas no Estado.O Pará desenvolveu seu plano de zoneamento ecológico e econômico (ZEE), uma solução essencial de gestão ambiental para o planejamento do uso do solo.Além disso, o Estado também tem o Plano de Prevenção, Controle e Alternativas ao Desmatamento (PPCAD), premissa básica e apenas ações de Comando e Controle não são suficientes para o Estado, apenas uma criação de alternativas econômicas sustentáveis é capaz de perpetuar uma redução das taxas de desmatamento e contribuição para a manutenção de blocos florestais.

Acreditando que é possível crescer economicamente sem ter que reproduzir o modelo histórico de degradação ambiental, o Estado alcançou objetivos importantes no âmbito do Programa Municípios Verdes, um grande pacto na busca de um modelo econômico que combina conservação e produção e garante ao Pará uma economia de baixo carbono.A partir de um pacto entre Poder Público, Setor Produtivo e Sociedade Civil, uma promoção, uma adaptação à jurídica, torna-se sustentável e traz melhorias na qualidade de vida do povo do Pará. Mais recentemente, em 2017, o Programa Municípios Sustentáveis é a materialização em campo do programa-âncora do governo estadual denominado “Pará Sustentável”, que estabelece as diretrizes estratégicas no âmbito social (Pará Social), ambiental (Pará Ambiental) e econômico (Pará 2030), reforçando assim, o ciclo de desenvolvimento destes três eixos.

O Governo do Estado do Pará entende que ainda há um longo caminho para percorrer e contínua para avanços para marcos regulatórios e políticas públicas para Mudanças Climáticas e Serviços Ambientais.Um exemplo disto é uma reabertura do Fórum Pará da Mudança Climática, atualmente em processo de renovação.

Resumo

1.25 Mkm²
69.1%
-18.7%
2016 - 2017

Demografia

7.58 M
3.7%
Type% 
Urban68.48
Rural31.52
Group% 
Multi-ethnic72.60
White21.90
Black5.00
Indigenous0.40
Other0.10

Economia

BRL56.6
BRL7,993
Type% 
Services56.60
Industry36.30
0.755
Minério de ferro, alumínio, minério de cobre, minério de manganês, carne bovina, madeira, pimenta preta, palmeira

Status da floresta[a]

1.25 Mkm²
861,816km²
391,349km²
10,467M MtC
Typekm² 
Forest871,654
Other Land Uses167,751
Pastureland141,442
Secondary Vegetation63,601
Agriculture3,191
Typekm² 
Unprotected472,179
Protected394,051

Os principais impulsionadores do desmatamento são uma pecuária, uma agricultura em larga escala e uma fábrica madeireira;Os motoristas relativamente mais limpos, as áreas urbanas e infra-estrutura (por exemplo, barragens).Como grandes fazendas de gado representam 60% de todo o desmatamento, enquanto como terras de pequenos agricultores representam mais 30%.Quatro por cento da área desmatada está associada à exploração madeireira e 3% apenas está diretamente associada à agricultura profissional e de alta produtividade.

Nos últimos seis anos, o Pará tem experimentado flutuações na sua taxa de desmatamento partindo de 1.741 km² em 2012 até 2.992 km² em 2016. Por outro lado, no ano de 2017, houve redução de 19% (2.413 km²).

Notes

a.Devido a diferentes abordagens metodológicas e anos-base, os campos de dados do Status da Floresta podem diferir ligeiramente. As fontes de dados para cada campo estão listadas abaixo.

Sources

1.IBGE, 2010 link
2.IBGE, 2010
3.IBGE, 2008
4.PNUD, 2008 PNUD
5.SEDECT, 2010
6.Machado, R.B., M.B. Ramos Neto, P.G.P. Pereira, E.F. Caldas, D.A. Gonçalves, N.S. Santos, K. Tabor e M. Steininger. 2004. Estimativas de perda da área do Cerrado brasileiro. Relatório técnico não publicado. Conservação Internacional, Brasília, DF. link
7.PRODES 2015
8.Prodes link
9.TerraClass 2014